Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante
em cada par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
[...]
Quem faz um poema abre uma janela.
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
para que possas profundamente respirar.
Quem faz um poema
salva um afogado.
(Mário Quintana)
Um comentário:
Fiquei impactado pelo charme do seu blog.
Putz!
Que coisa linda.De uma profundidade rara,
sério.Eu adoro palavras,e valorizo o valor
de todas elas.
Parabes está no meu favoritos.
Na técla SAP..rrs estaria escrito assim:
"Muito profundo tudo isso"
seja felz.
http://www.poesiasepessoas.blogspot.com/
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